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Hoje, uma analise da empresa Net Applications demonstra que o Firefox atingiu 20% de uso ao redor do mundo. Seu maior rival, o Internet Explorer, esta em uma decadência gigantesca e hoje possui aproximadamente 71% do mercado. O resto da % é atribuída ao Safari (6,5%), Opera(0,75%) e Chrome(0,75%).

Se fossemos comparar com os dados do mesmo mês de 1 e 2 anos atrás, veríamos um cenário:

2007: Firefox – 16% | Internet Explorer – 77%

2006: Firefox – 13% | Internet Explorer – 80%

A microsoft que se cuide! Firefox veio, e veio para ficar!

Para quem possui 2 pcs em casa, 1 ponto de internet, nenhum roteador, e um cabo cross (não é o de rede), e um pc com duas placas de rede, aqui vai a dica:

Primeiramente no pc com as duas placas de rede: Deixe uma placa para receber a conexão de fora e a outra vai ser ligada o cabo cross que vai enviar conexão ao outro pc. Edite a interface que será ligada o cabo cross e deixe com as seguintes caracteristicas: “Endereço de IP: 192.168.0.1″, “mascara de subrede: 255.255.255.0″, “Endereço de Gateway: VAZIO”.

Crie um arquivo com o seguinte codigo:

#!/bin/bash
echo “1″ > /proc/sys/net/ipv4/ip_forward
iptables -F
iptables -t nat -F
iptables -t mangle -F
# Na linha abaixo, onde está eth0, utilize a interface que recebe a conexão
# (a que está ligada no modem)
iptables -t nat -A POSTROUTING -o eth0 -j MASQUERADE

Salve como “compRede” ou o nome que preferir.
Execute(como root): # chmod +x compRede
Isso irá dar permissão ao arquivo de execução. Após isso é só rodar ele com (como root):
# compRede
Lembrando que se você movelo para a pasta /usr/bin, não irá precisar digitar o comando. Poderá executar o script diretamente com o nome (como root):
# mv compRede /usr/bin
# chmod +x /usr/bin/compRede
# compRede

Agora a internet está compartilhada. Para habilitar no pc 2, edite as configurações
de rede dele para: “Endereço de IP: 192.168.0.2″, “mascara de subrede: 255.255.255.0″, “Endereço de Gateway: 192.168.0.1″.
Enjoy! ;D

Como comemoração ao aniversário de 10 anos da google, foi lançada a engine de 2001 para que as pessoas vejam a evolução que a internet teve de 7 anos para cá.
Não é difícil reparar na mudança, uma vez que busca por palavras como “Bittorrent” ou mesmo “Gmail” ou “Youtube” não vão retornar os resultados esperados!

É possivel também ver uma versão antiga desses sites, clicando em “View old version on the Internet Archive”
Aproveitem pois a engine ficará online apenas por 1 mês ;D

O link da engine do Google de 2001: Google

This post was submitted by Thiago Bellini.

“Quais são os aplicativos OpenSource mais utilizados? Qual a distribuição Linux mais popular entre todas? Essas são somente algumas das perguntas que o Open Source Census pretende responder.

O objetivo do programa (liderado pelo vendedor de softwares open source OpenLogic) não é apenas saber quais são os mais populares aplicativos a sistemas operacionais: seu principal alvo são as grandes empresas.

De acordo com o site BetaNews, o Open Source Census quer saber quantos softwares de código aberto as empresas utilizam, e que tipo de empresa os utilizam. “Queremos que as pessoas se sintam mais confortáveis a respeito de softwares open source. Em nossas ligações de vendas, percebemos que as empresas rodam mais softwares de código aberto do que imaginam. Pensamos que as elas estarão mais confortáveis se puderem ver o que estão rodando, e comparar seus resultados com outros lugares”, disse Kim Weins, responsável pelas vendas da OpenLogic.

Alguns dados da pesquisa (obtido em um teste beta com 62 máquinas) estão disponíveis para todos consultarem no site do programa. Esses dados preliminares revelam que cada empresa possui, em média, 92 pacotes de código aberto. Também mostraram que 50% das máquinas avaliadas estão rodando Ubuntu 7.10, e que outras porcentagens menores trazem Red Hat, Ubuntu 8.04, Gentoo 2 e Fedora 2.

Para realizar essa pesquisa foi desenvolvido um aplicativo (em código aberto, logicamente) de nome OSS Discovery, escrito em jRuby. Esse software está disponível para qualquer plataforma operacional (Windows, Mac OS X, Linux, Solaris e FreeBSD). O programa leva, em média, 45 minutos para escanear todo um computador com Ubuntu 7.10, conta o site Ars technica.

Interessados em participar do programa podem baixar os aplicativos necessários aqui.”

Referência: (www.geek.com.br)

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