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21/06/2009 – UPDATE: Parece que tinha alguns problemas no tutorial para adicionar as chaves. Já devem estar resolvidos!

01/09/2009 – UPDATE: Foi lançada a versão final a alguns dias, então, apenas mudando o link e algumas informações

Desde que o criador do emesene, Mariano Guerra, está trabalhando no projeto “emesene2″, que diga-se de passagem, promete muito, o emesene acabou ficando um pouco de lado.

Vendo isto, a comunidade está trabalhando no “emesene-crazy”, que nada mais é que o próprio emesene que a comunidade está corrigindo bugs e adicionando várias funcionalidades!

O emesene-crazy tem as seguintes novidades:

obs. O emesene-crazy mudou de nome ao se tornar um update oficial, o emesene 1.5, codinome awesome.

-Compatibilidade com a ultima versão do MSN (WLM9)

-Vários bugs corrigidos, inclusive alguns travamentos encontrados nas versões mais antigas do emesene

-Suporte para webcam, funcionando tanto para envio/recebimento

-Suporte a vários plugins, como o Plus, mensagem pessoal, musica atual, entre outros

-Suporte a varias linguas

-Suporte ao novo sistema de notificações do Ubuntu

O emesene é um cliente de MSN desenvolvido em Python, o que o faz ser extremamente leve. Possui todas as funcionalidades basicas do MSN como: Avatar, suporte a mensagens offline, mudança de estado, envio e recebimento de arquivos, MSN PLUS! (através de um plugin), entre outros.

Para instala-lo, segue o link e siga para a sessão de Downloads: emesene

Para usuarios do Ubuntu, a dica é utilizar o PPA da comunidade:

https://launchpad.net/~bjfs/+archive/ppa

O mesmo pode ser adicionado através dos seguintes comandos (para o Jaunty):


echo 'deb http://ppa.launchpad.net/bjfs/ppa/ubuntu jaunty main' | sudo tee -a /etc/apt/sources.list

E logo depois:


sudo apt-key adv --recv-keys --keyserver keyserver.ubuntu.com d556b1c3bfdd09d226aba1320cc1223ee2314809

Agora atualize a lista de pacotes:


sudo apt-get update

Logo depois, instale o pacote “emesene” clicando aqui ou pelo seguinte comando:


sudo apt-get install emesene

Ou se você já tiver o mesmo instalado, atualize o pacote e delete o conteúdo da pasta: ~/.config/emesene1.0/pluginsEmesene/ para evitar problemas com versões anteriores.

Sugestões? Algo ficou confuso? Comente!

A 4Linux transmitirá ao vivo, no dia 05/03, quinta feira, mais um Boteco 4Linux. Uma palestra gratuita onde os convidados ficam à vontade para bater um papo com os palestrantes. Esta edição do evento terá como tema o banco de dados PostgreSQL e a solução de Business Intelligence, Pentaho.

Fábio Salles, um dos palestrantes, é Analista de Sistemas do Serpro, ajudou a criar e ministrou o OpenTaho I e II, palestras on-line sobre a plataforma Pentaho e realizou ciclo de palestra e três oficinas no Conisli 2008. Durante o Boteco 4Linux, fará uma demonstração de ponta-a-ponta, iniciando por extrair dados de um banco/arquivos, carregar em outro (já num modelo dimensional) e por fim apresentará as ferramentas para acessar e manusear os dados.

Flávio Gurgel, também palestrante, é consultor de bancos de dados da 4Linux, atuando em projetos de dimensionamento, tuning de bases de dados e no suporte aos clientes. Flávio apresentará de forma prática o PostgreSQL, sua aplicação em BI (Business Intelligence) e conceitos de Data Warehouse.

A demanda por soluções em softwares livres tem aumentado de forma bastante significativa por conta da busca incessante das empresas por redução de custo e as alternativas se destacam cada vez mais por sua estabilidade e segurança. O Pentaho e o PostgreSQL são dois ótimos exemplos.

Referência: http://www.4linux.com.br/eventos/2009/boteco-4linux-aberto-para-negocios-postgres-pentaho.html

This post was submitted by Sandro Muniz.

A partir de hoje é possivel encontrar para download o código fonte do Android, plataforma baseada em Linux do google para celulares, neste site: Android Source.

A idéia do google nunca foi lucrar com a plataforma em si, mas sim, provocar uma “evolução” nas plataformas móveis de forma com que as pessoas tenham mais facilidade para utilizar serviços on-line. E para eles, o lucro virá depois com propagandas (que é hoje o seu ponto mais forte).

Liberando o código-fonte irá prover uma melhora do sistema pela comunidade (como já aconteceu: 4 horas depois de liberado, já foram acrecentadas 6 linhas de correções) e permitir que qualquer desenvolvedora de celulares utilize o Android em seus aparelhos, sem ter que pagar uma “taxa” para o google, tornando assim a plataforma mais “popular”.

Para quem está querendo desenvolver aplicativos para a plataforma, é só baixar o Android SDK.

O sistema de arquivos ext4, sucessor do ext3, começara a ser utilizado na proxima versão estável do Kernel (2.6.28). Ele ficou em estado de dev por muito tempo, mas acredita-se que ele já está maduro suficiente para ser utilizado sem problemas!

Algumas novidades do ext4:

  • Agora ele suporta volumes de até 1 exabyte (para quem não consegue imaginar, 1024 giga = 1 tera. 1024 tera = 1 peta. 1024 peta = 1 exa) e também suportara arquivos tão grandes quanto o volume propriamente dito.
  • Compatibilidade com ext3, fazendo-se possível um volume ext3 ser montado como ext4.
  • Uma pré-alocação persistente. A maioria dos sistemas de arquivos reserva o espaço no disco quando um arquivo é criado gravando um monte de ’0′.  Esse método não será mais necessário no ext4.
  • A tão esperada alocação tardia, que consiste em uma técnica de não alocar os dados necessários para escreve-los no disco enquanto eles ainda estão na ram. A única coisa feita na hora é o calculo da quantidade de espaço livre. Os dados posteriormente serão alocados e escritos. Isso prove uma menor utilização da CPU e consequentimente um ganho de velocidade no sistema.
  • No sistema ext3 o numero máximo de sub-diretorios (pastas) era de 32000. No ext4 esse numero foi duplicado, ou seja, agora é de 64000.
  • A pesar das várias tecnicas aplicadas no sistema de arquivos para evitar fragmentações (que sabemos que são praticamente nulas até mesmo no ext3), o ext4 irá ter uma ferramenta para desfragmentação de arquivos unicos e do volume completo
  • Irá usar um sistema de checksum para o journal, já que o mesmo é muito utilizado e corre sempre riscos de acabar corrompido.
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